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Publicado às 10h30
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Notícias corporativas
Cogna (COGN3) anuncia aquisição da Faculdade de Medicina de Dourados
A Cogna (COGN3) anunciou na sexta-feira, 8, a aquisição da Faculdade de Medicina de Dourados (FMD). A Instituição conta com 60 vagas de medicina, com vestibular aberto para o segundo semestre de 2025, autorizadas pelo Ministério da Educação em junho de 2025 no Mato Grosso do Sul. Com essa aquisição, a Kroton Med soma um total de 653 vagas em 9 localidades. O valor acordado para a transação foi de R$ 906 mil por vaga, somando um investimento total de R$ 54,4 milhões.
Direcional (DIRR3): assembleia aprova desdobramento
A Direcional (DIRR3) informou que sua assembleia geral extraordinária realizada na sexta-feira, 8, aprovou o desdobramento de suas ações ordinárias, na proporção de 1 (uma) ação ordinária para 3 (três) ações ordinárias, sem alteração no valor do capital social atual. Com a aprovação do desdobramento de ações, o capital social passará a ser dividido em 520.500.000 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. As ações serão negociadas ex-desdobramento a partir de 11 de agosto de 2025 (inclusive), e as ações resultantes do desdobramento serão creditadas aos acionistas no dia 13 de agosto de 2025.
Irani (RANI3): Moody’s Local atribui pela 1° vez rating “AA.br” à companhia
A Moody’s Local BR, agência de classificação de risco, atribuiu pela primeira vez o Rating de Emissor “AA.br” à Irani (RANI3), com perspectiva “estável”. Segundo a agência, “o Rating de Emissor AA.br atribuído à Irani reflete sua consolidada posição competitiva nos segmentos de papel para embalagens e embalagens de papelão ondulado, ocupando a posição de quarta maior produtora de papel para embalagens do Brasil”. A agência destaca que a companhia conta com uma forte diversificação, diante de um portfólio variado de produtos, ampla base de clientes e atuação no mercado interno e externo. Ainda segundo a Moody’s Local, com margens superiores à média da indústria, beneficiadas pela verticalização dos negócios, a Irani possui métricas de crédito sólidas e posição de liquidez forte.
M.Dias Branco (MDIA3) reporta lucro de R$ 216,4 milhões no 2T25, alta anual
A M. Dias Branco (MDIA3) divulgou que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido de R$ 216,4 milhões, alta de 14% na comparação com o segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda somou R$ 344,9 milhões no 2T25, alta anual de 2,4%. A receita líquida teve expansão de 3,6% no ano, para R$ 2,72 bilhões.
Fitch eleva rating do Banco Mercantil (BMEB3; BMEB4)
A agência de classificação de risco Fitch elevou o Rating Nacional de Longo Prazo do Banco Mercantil do Brasil de ”A+(bra)” para “AA- (bra)”, com perspectiva “positiva”. Ao mesmo tempo, a agência também elevou o Rating Nacional de Curto Prazo de “F1(bra)” para “F1+(bra)”, atingindo o patamar máximo permitido nessa escala. De acordo com o relatório divulgado pela Fitch, a elevação de rating reflete a “consolidação do modelo de negócios do Mercantil, que alia crescimento com risco controlado, geração robusta de capital e estabilidade operacional.” A agência também destacou que “a evolução da base e da monetização de clientes ampliou a escala do banco e permitiu ganhos expressivos de eficiência ao longo dos últimos anos, possibilitando resultados cada vez mais fortes. Isso se traduziu em indicadores de rentabilidade sistematicamente acima da média dos pares e flexibilidade de capital.”
Fitch afirma rating ‘AA-(bra)’ da Intelbras; perspectiva “estável”
A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA-(bra)’ da Intelbras (INTB3). A perspectiva é “estável”.
O rating da Intelbras reflete sua destacada posição de mercado no Brasil na produção de equipamentos eletrônicos, atuando nos segmentos de segurança, tecnologia da informação e comunicação, e energia, afirma a Fitch. “A empresa apresenta um portfólio diversificado de produtos, que atenua oscilações nas margens operacionais e na geração de caixa. Seu robusto perfil financeiro, caracterizado por reduzida alavancagem e robusta liquidez, constitui um fator-chave para o rating”, afirma a agência.
O risco de obsolescência dos produtos eletrônicos, bem como a exposição da rentabilidade à volatilidade da taxa de câmbio e dos preços das principais matérias-primas da Intelbras, limita a classificação, explica a Fitch. “A empresa também possui porte mediano e está exposta à competição de grandes participantes globais. Dessa forma, mudanças relacionadas a benefícios fiscais, incluindo tarifas de importação, podem afetar substancialmente sua competitividade e rentabilidade”, afirma a agência.
Petrorecôncavo (RECV3): a avaliação do resultado do 2T25
Na avaliação da Genial Investimentos, o Ebitda da Petrorecôncavo (RECV3) veio acima do que seus analistas esperavam e em linha com o consenso. Em relatório a equipe comenta que o segundo trimestre foi marcado por razoável estabilidade operacional, mas com compressão de receita e Ebitda devido ao cenário macro (Brent e câmbio) e descontos comerciais.
“A manutenção de produção estável em ativos maduros, combinada com investimento agressivo em poços profundos/horizontais e integração em midstream, mostram os esforços da empresa em seguir rampando a sua produção – ainda que a um alto custo ao curto prazo”, avalia o time de analistas, destacando que o desafio é atravessar um ciclo de preços mais baixos sem deteriorar margens e fluxo de caixa.
Para o BTG Pactual, a PetroRecôncavo entregou resultados operacionais estáveis no 2T25. Em relatório, a equipe do banco ressalta que o papel segue como “opção defensiva no setor, com breakeven de US$ 28/bbl e 50% da produção hedgeada a US$ 70/bbl até 2026, embora sem catalisadores claros no curto prazo”.
Itaúsa, BB, Caixa Seguridade, Sabesp e outras companhias divulgam resultado esta semana. Veja a agenda:
Segunda-feira, 11
Itaúsa, Sabesp, Caixa Seguridade, Localiza, Vibra, Natura, Banco Pan, Direcional, São Martinho, Vamos, Hidrovias do Brasil, Grupo SBF, Even, Dexxos, Lojas Quero-Quero, Technos – após o fechamento do mercado.
Terça-feira, 12
BTG Pactual, Banco ABC Brasil – antes da abertura do mercado.
Simpar, MRV, Mills, Armac, CVC Brasil, Brisanet, Americanas, São Carlos, Allied, Veste, Helbor, Viveo, Livetech, Enjoei, Sequoia, Grupo Mateus, Multi, Marisa.
Quarta-feira, 13
Porto – antes da abertura do mercado.
Taesa, SLC Agrícola, Equatorial, Eneva, Ambipar, Hapvida, Ultrapar, Raízen, Allos, Tupy, Moura Dubeux, Mater Dei, OceanPact, Jalles Machado, Grupo Multi, Vittia, Melnick, Positivo, TC, Casas Bahia, Dotz, Infracommerce, Westwing, Time For Fun
Quinta-feira, 14
Banco do Brasil, Banrisul, Cemig, BRF, Marfrig, Cosan, Cyrela, Três Tentos, Vulcabras, Orizon, IRB, JHSF, Oncoclínicas, Yduqs, Light, Nubank, LWSA, Track & Field, Banco BMG, Cruzeiro do Sul, Bemobi, Dasa, Ser Educacional, Trisul, Syn, Alliança, Azul, Qualicorp, IMC, Gafisa, Tecnisa, Dimed (Panvel), Oi – após o fechamento do mercado.
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