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Publicado às 20h49 – atualizado às 22h
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Notícias corporativas
Taesa (TAEE11, TAEE4) anuncia o pagamento de dividendos intercalares e JCP
A Taesa (TAEE11, TAEE4) anunciou na noite desta quarta-feira, 13, o pagamento de dividendos intercalares e juros sobre o capital. O conselho de administração da companhia aprovou a distribuição de proventos com base no resultado do segundo trimestre de 2025 no montante de R$ 299,4 milhões ou R$ 0,86 por Unit TAEE11, sendo R$ 220,1 milhões (R$ 0,63 por Unit) a título de JCP e R$ 79,3 milhões (R$ 0,23 por Unit) em dividendos intercalares. O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 27 de novembro de 2025, com base na posição acionária do dia 18 de agosto de 2025. A partir do dia 19 de agosto, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3.
Azul (AZUL4) obtém aprovação para acordo com a AerCap em tribunal dos EUA
A Azul (AZUL4) anunciou nesta quarta-feira, 13, que recebeu aprovação de um Tribunal nos Estados Unidos para diversas moções em seu processo de transformação para o futuro, incluindo seu acordo com a AerCap e a rejeição de múltiplos contratos de arrendamento. “Essas aprovações marcam um passo importante no amplo plano de transformação da Azul e refletem o avanço contínuo em seu processo de reestruturação”, afirmou a companhia aérea.
O acordo com a AerCap, maior arrendadora e responsável pela maioria de suas aeronaves e obrigações de leasing, deve proporcionar mais de US$ 1 bilhão em economia relacionada à operação de sua frota, segundo estimativas da companhia.
Ainda segundo a companhia, a aprovação da rejeição de contratos de arrendamento e outros contratos relacionados à frota vai gerar economias adicionais sem impactar a frota total, rotas ou a capacidade de atender seus clientes, uma vez que essas aeronaves e motores não estavam em operação. Os esforços de otimização da frota são parte essencial da estratégia da Azul sob o Chapter 11 (recuperação judicial nos EUA), projetados para criar uma organização ágil capaz de garantir o fortalecimento e a transformação da companhia para o futuro.
JBS compra unidade para fabricar bacon e linguiças nos EUA; companhia anuncia recompra de BDRs
A JBS (NYSE: JBS; B3: JBSS32) anunciou nesta quarta-feira, 13, que firmou um acordo para adquirir uma unidade de produção em Ankeny, Iowa, por US$ 100 milhões, com planos de transformá-la na maior fábrica de bacon e linguiças da companhia nos Estados Unidos. Após a conclusão dos investimentos iniciais e da conclusão das obras, a planta deverá iniciar a operação em meados de 2026. “O anúncio de hoje está alinhado à nossa estratégia de longo prazo de oferecer mais produtos de valor agregado e alimentos preparados para atender às necessidades de nossos clientes e consumidores”, afirmou Wesley Batista Filho, CEO da JBS USA. No primeiro semestre do ano, a companhia anunciou investimentos estratégicos totais de US$ 835 milhões nos Estados Unidos. Em maio, a JBS divulgou planos para construir uma nova unidade de linguiças em Iowa, totalizando US$ 135 milhões. Isso se soma aos US$ 200 milhões alocados para modernizar nossas unidades de carne bovina em Cactus (Texas) e Greeley (Colorado), e aos US$ 400 milhões para a construção de uma nova fábrica de alimentos preparados de frango da Pilgrim’s em Walker County, Geórgia. “Juntamente com o atual anúncio de US$ 100 milhões, esses projetos contribuem para a expansão do portfólio de alimentos preparados da companhia e visam atender ao aumento da demanda por esse tipo de produto por parte de clientes e consumidores”, afirmou a JBS.
Também nesta quarta-feira, 13, o conselho de administração da JBS aprovou um plano de recompra de Brazilian Depositary Receipts (BDRs). A JBS poderá, nos termos do Plano de Recompra ora aprovado, adquirir até 19.340.441 BDRs, correspondentes a 10% dos BDRs em circulação. O prazo máximo para liquidação das operações realizadas sob o Programa de Recompra de Ações é de 18 meses, iniciando-se em 18 de agosto de 2025.
Ultra (UGPA3) anuncia o pagamento de R$ 326 milhões em dividendo
A Ultra – Ultrapar Participações (UGPA3) informou nesta quarta-feira, 13, que seu conselho de administração aprovou a distribuição de dividendos no montante de R$ 326.005.092,60, correspondentes a R$ 0,30 por ação ordinária, a serem pagos a partir de 29 de agosto de 2025. A data base para o direito ao recebimento do dividendo (record date) será 21 de agosto de 2025 no Brasil e 25 de agosto de 2025 nos Estados Unidos. Desta forma, as ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 22 de agosto na B3, e de 25 de agosto na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
A Ultrapar (UGPA3) também divulgou nesta quarta-feira que registrou lucro líquido de R$ 1,15 bilhão no segundo trimestre de 2025 (2T25). No segundo trimestre de 2024 (2T24) o lucro foi de R$ 491 milhões. O Ebitda ajustado somou R$ 2,07 bilhões no 2T25, alta em relação ao R$ 1,33 bilhão do 2T24.. Já o Ebitda ajustado recorrente das operações continuadas totalizou R$ 1,46 bilhão, alta em relação ao R$ 1,28 bilhão do 2T24.
Engie Brasil (EGIE3) conclui operação de aquisição da Jari e da Cachoeira Caldeirão
A Engie Brasil (EGIE3) divulgou nesta quarta-feira, 13, que concluiu a operação de aquisição da totalidade das ações de emissão da Companhia Energética do Jari e da Empresa de Energia Cachoeira Caldeirão, anteriormente detidas por EDP Energias do Brasil e China Three Gorges Energia. A Engie Brasil afirmou que providenciará a convocação da assembleia geral tão logo sejam concluídos os laudos de avaliação dos ativos. A Engie também destacou que informará ao mercado oportunamente a existência ou não de direito de recesso aos acionistas da companhia que não aprovarem a ratificação da operação na assembleia geral, bem como os procedimentos e prazos para exercício de tal direito de recesso, caso aplicável.
Klabin (KLBN11) celebrou memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em 2 SPEs
A Klabin (KLBN11) celebrou nesta quarta-feira, 13, memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em duas sociedades de propósito específico (SPEs). As SPEs serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração de atividade imobiliária, incluindo arrendamento de terras, primordialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina. A operação foi aprovada, por unanimidade e sem ressalvas, pelo conselho de administração da Klabin.
O patrimônio das SPEs será formado pelos seguintes ativos e recursos a serem aportados pela Klabin e pelo investidor institucional. Klabin: aporte de 30 mil hectares de terras produtivas; e investidor institucional: aporte de R$ 600 milhões em caixa, na data do fechamento da operação.
O fechamento da operação está sujeito à celebração dos documentos definitivos da operação, bem como à observância de condições precedentes, incluindo a aprovação pelas autoridades regulatórias competentes. A expectativa de conclusão é de até 60 dias. “A operação reforça o compromisso da Klabin com a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do ROIC, com criação de valor sustentável para todos os seus stakeholders”, afirmou a companhia.
CPFL informa alteração de dois vice-presidente
A CPFL Energia (CPFE3) informou nesta quarta-feira, 13, que Vitor Fagali de Souza foi eleito para o cargo de diretor vice-presidente de operações de mercado e renunciou da sua posição de diretor vice-presidente de desenvolvimento de negócios. Roberto Sartori foi eleito para o cargo de diretor vice-presidente de desenvolvimento de negócios. Os Diretores eleitos cumprirão mandato remanescente até a primeira reunião ordinária do conselho de administração a ser realizada após a assembleia geral ordinária de 2027.
SLC (SLCE3) tem lucro de R$ 139,8 milhões no 2T25, queda anual; Ebitda ajustado salta
A SLC (SLCE3) divulgou nesta quarta-feira, 13, que teve no segundo trimestre de 2025 (2T25) lucro líquido de R$ 139,8 milhões, queda de 56,5% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda ajustado atingiu R$ 556,6 milhões no 2T25, crescimento de 115,6% na base anual de comparação. A receita líquida teve expansão de 37,8% no ano para R$ 1,86 bilhão.
Tupy (TUPY3) reporta lucro de R$ 23,9 milhões no 2T25 e anuncia dois novos contratos
A Tupy (TUPY3) reportou lucro líquido de R$ 23,9 milhões no segundo trimestre (2T25), crescimento de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior (2T24), decorrente do melhor resultado financeiro e da depreciação do Peso mexicano sobre a base tributária (efeito positivo de R$ 75 milhões, na comparação anual). O Ebitda ajustado somou R$ 210 milhões, queda de 47% em relação ao (2T24). Segundo a Tupy, a comparação anual sofre influência pelos recebimentos de valores referentes a recomposições de preços reconhecidas naquele período. A receita líquida atingiu R$ 2,6 bilhões no 2T25, queda anual de 6%. A companhia explicou que a depreciação do Real mitigou parcialmente o efeito da redução de 10% dos volumes físicos de vendas, ocasionada pelo desempenho do mercado de veículos comerciais nos Estados Unidos e Europa.
A Tupy informou também dois novos contratos que reforçam sua atuação nos mercados de transporte de cargas e geração de energia. As iniciativas, que envolvem componentes estruturais para aplicações em motores de grande porte, representam receitas anuais de R$ 97 milhões. Um dos projetos, destinado a peças para locomotivas, marca a entrada da Tupy no mercado de pistões e liners. A iniciativa amplia o portfólio de produtos e abre oportunidades em um nicho até então não explorado pela companhia. A outra iniciativa, relacionada à geração energia, consiste na oferta de cabeçotes para motores de grande porte utilizados em grupos geradores. Trata-se de equipamentos que garantem estabilidade de fornecimento de energia para grandes estruturas como datacenters, aplicações que vem apresentando expressivas taxas de crescimento, impulsionadas pela crescente necessidade por processamento e armazenagem de dados.
Equatorial (EQTL3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 614 milhões no 2T25
A Equatorial (EQTL3) divulgou nesta quarta-feira, 13, que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido ajustado de R$ 614 milhões, alta de 100,8% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda ajustado no 2T25 somou R$ 3,2 bilhões, crescimento de 32,4% no comparativo anual. A receita operacional líquida teve expansão anual de 22%, para R$ 12,7 bilhões no 2T25.
Allos (ALOS3) reporta lucro de R$ 186,7 milhões no 2T25
A Allos (ALOS3) divulgou nesta quarta-feira, 13, que no segundo trimestre de 2025 (2T25) teve lucro líquido de R$ 186,7 milhões, queda de 39,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda somou R$ 476 milhões no 2T25, alta de 10,8% em relação ao 2T24. A receita líquida atingiu R$656 milhões, alta de 8,4% na base anual de comparação.
Prejuízo da Raízen (RAIZ4)
A Raízen (RAIZ4) reportou prejuízo líquido de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre da safra 2025/26. O balanço trimestral foi divulgado nesta quarta-feira, 13. No mesmo período da safra anterior (2024/25) a companhia teve lucro de R$ 1,1 bilhão. O Ebitda ajustado da Raízen caiu 23,4% nos primeiros três meses da safra 2025/26 em relação à mesma etapa do ano safra anterior, somando R$ 1,9 bilhão.
Moura Dubeux (MDNE3) reporta lucro líquido recorde no 2T25
A Moura Dubeux (MDNE3) reportou lucro líquido de R$ 120 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse valor corresponde à alta de 60,6% em relação ao mesmo período do ano passado (2T24). O Ebitda ajustado no 2T25 foi de R$ 132,8 milhões, frente aos R$ 89,9 milhões no 2T24 e R$ 89,1 milhões no 1T25. A Margem Ebitda ajustada foi de 20% no 2T25, frente a 22,9% no 2T24 e a 20,3% no 1T25, redução de 2,9pp de 0,3pp respectivamente. A receita líquida da companhia somou R$ 665 milhões, alta de 69,6% no comparativo anual.
Divulgam resultado nesta quinta, 14:
Banco do Brasil, Banrisul, Cemig, BRF, Marfrig, Cosan, Cyrela, Três Tentos, Vulcabras, Orizon, IRB, JHSF, Oncoclínicas, Yduqs, Light, Nubank, LWSA, Track & Field, Banco BMG, Cruzeiro do Sul, Bemobi, Dasa, Ser Educacional, Trisul, Syn, Alliança, Azul, Qualicorp, IMC, Gafisa, Tecnisa, Dimed (Panvel), Oi – após o fechamento do mercado.
Agenda de provento desta quinta, 14:
Frasle (FRAS3)
A Frasle paga nesta quinta-feira, 14, juros sobre o capital próprio. O montante a ser pago é de R$ 90.850.975,62 e corresponde ao valor bruto de R$ 0,34 por ação. O valor líquido é de R$ 0,28 por ação. As ações passaram a ser negociadas “ex-direito” ao JCP desde 7 de julho. No dia 14 de agosto de 2025 será iniciado o pagamento.
BB Seguridade (BBSE3)
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da BB Seguridade é nesta quinta, 14. As ações passam a ser negociadas ex-direito ao provento na sexta, 15 de agosto. Os dividendos intercalares são no valor total de R$ 3,77 bilhões. Esse valor corresponde a R$ 1,94 por ação. Os dividendos serão pagos no dia 26.08.2025
Lavvi (LAVV3)
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Lavvi é nesta quinta, 14. As ações passam a ser negociadas ex-direito ao provento na sexta, 15. O valor por ação é R$ 0,14 para cada ação ordinária de emissão da companhia. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 25 de agosto de 2025.
Eztec (EZTC3)
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Eztec é nesta quinta, 14. As ações passam a ser negociadas ex-direito ao provento na sexta, 15 de agosto. O valor é de R$ 0,30 por ação ordinária. Os dividendos serão pagos aos acionistas até 29 de agosto de 2025, com base na posição acionária de 14 de agosto de 2025. A partir de 15 de agosto as ações da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos.
Unifique (FIQE3)
A data com para ter direito aos JCP e dividendo da Unifique é nesta quinta, 14. Os JCP são no valor total bruto de R$ 30 milhões, correspondentes a R$ 0,08 por ação. Os dividendos intermediários são no valor total bruto de R$ 30 milhões, correspondentes a R$ 0,08 por ação. As ações de emissão da companhia serão negociadas ex-direitos ao recebimento do JCP e ex-direitos ao recebimento dos dividendos a partir de 15 de agosto, inclusive. O JCP e os dividendos serão pagos no dia 22 de agosto de 2025.
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