Auren, Méliuz, Desktop e CBA são destaques no pregão. Confira:

 

 

 

 

 

 

Publicado às 13h41

Ibovespa

Às 13h40 o Ibovespa tinha alta de 0,38% aos 141.899 pontos. Às 13h37 o dólar comercial caía 0,01% cotado a R$ 5,350 na venda.

Auren (AURE3)

O Goldman Sachs iniciou a cobertura da Auren Energia. O time de analistas têm recomendação de “compra” e preço-alvo de R$ 13,50. Às 13h39 as ações da Auren subiam 3,12% a R$ 8,27.

Engie Brasil (EGIE3)

O Goldman Sachs iniciou a cobertura também da Engie Brasil. A recomendação para o ativo é de “venda” e preço-alvo de R$ 38. 

Eletrobras (ELET3)

A equipe do Goldman Sachs também reiterou a Eletrobras como sua principal escolha entre as geradoras de energia e uma das preferidas no setor de utilities (utilidade pública). 

CBA (CBAV3)

Às 13h39 as ações saltavam 10,7%. O Valor Econômico informou nesta quarta-feira, 8, que a chinesa Chinalco e a Emirates Global Aluminium (EGA) assumiram a liderança nas tratativas que podem resultar na compra da Companhia Brasileira de Alumínio.

Méliuz (CASH3)

Às 13h39 os papéis da companhia subiam 4,3%. O conselho de administração do Méliuz aprovou a criação de um programa de aquisição de ações de sua própria emissão. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 8. A quantidade máxima de ações a serem adquiridas é de até 9.131.725 ações ordinárias, representativas de até 10% das ações em circulação da companhia. O programa encerra em 8 de abril de 2027.

Desktop (DESK3)

Às 13h39 as ações saltavam 9,47%. A Desktop confirmou conversas com a Claro sobre possível venda integral da companhia. Em relatório o BTG destaca que, mesmo com alta de 11% no mês e 8,5% no ano, o papel ainda apresenta desempenho inferior ao de seus pares em 2025. Para o time de analistas, o comportamento de curto prazo dependerá do fluxo de notícias sobre a transação. Segundo o BTG, a análise de cenários de múltiplos EV/Ebitda sugere um espaço adicional de valorização.

Vale (VALE3)

Às 13h38 as ações da Vale subiam 0,77% cotadas a R$ 59,19.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às 13h38 as ações PN da petroleira estatal caíam 0,84% a R$ 30,57. A Petrobras informou nesta quarta-feira, 8, que divulgará o relatório de produção e vendas referente ao terceiro trimestre (3T25) no dia 24 de outubro e os resultados financeiros do 3T25 no dia 6 de novembro de 2025, ambos após o fechamento dos mercados. No dia 7 de novembro de 2025, será realizado um webcast para apresentar os resultados da companhia referentes ao terceiro trimestre.

Moura Dubeux (MDNE3)

A agência de classificação de risco S&P elevou o rating de crédito de emissor da Moura Dubeux de ‘brAA-‘ para ‘brAA’. A perspectiva é “estável” e reflete a visão da agência de que a Moura Dubeux continuará apresentando crescimento consistente de lançamentos e vendas, preservando eficiência operacional e uma estrutura de capital conservadora, com baixo endividamento. A S&P espera que a Moura Dubeux continue apresentando aumento gradual no Ebitda para em torno de R$ 480 milhões em 2025 e que ultrapasse R$ 540 milhões em 2026.

Priner (PRNR3)

A XP comentou em relatório que a Priner divulgou números operacionais mistos no terceiro trimestre (3T25). A avaliação é que a receita bruta de R$ 394 milhões foi modesta, com queda de 9% no ano e estável na base trimestral, o que pode refletir o ambiente desafiador para mobilização de novos contratos enfrentado pela companhia desde o início do ano.

Ambipar (AMBP3)

Segundo informações da Bloomberg, a Ambipar (AMBP3) está trabalhando com consultores para preparar um pedido de recuperação judicial para a próxima semana. A informação é atribuída a “pessoas familiarizadas” com o assunto. A companhia deve entrar com um pedido na Justiça do Rio de Janeiro, disse uma das fontes.

PetroReconcavo (RECV3)

Às 13h38 as ações caíam 1,21%. O mercado repercute os dados de produção da PetroReconcavo em setembro. A produção média do mês de setembro foi de 26,0 mil boe/dia, queda de 1,8% em relação ao mês anterior, em função da queda de produção no campo de Tiê.

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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