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Publicado às 21h02
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Eventos no radar do mercado nesta semana:
Tarifas de Trump
Na quarta-feira, 9, é o fim do prazo para as negociações comerciais e o possível retorno das tarifas anunciadas em abril pelo presidente americano Donald Trump. O mercado mantém atenção máxima aos anúncios que poderão ser feitos com relação ao assunto, que podem trazer volatilidade extra às Bolsas. Vale lembrar que, em relação à China, o prazo final tem uma data diferente: 12 de agosto.
Ata do BC dos EUA
Também na quarta-feira, às 15h, será divulgada a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos. Em 18 de junho, o BC americano manteve as taxas de juros do país inalteradas na faixa de 4,25% a 4,50% ao ano, apesar da pressão de Donald Trump por cortes. A ata pode trazer sinalizações sobre a trajetória dos juros na maior economia do mundo.
Inflação oficial no Brasil
Na quinta-feira, 10, será divulgada às 9h, o IPCA de junho. Esse índice mede a inflação oficial. Um dado muito acima ou abaixo do esperado mexe com ações sensíveis a juros, como as de empresas da construção civil e varejo.
Dados de atividade econômica no Brasil
Dados importantes sobre a atividade econômica no Brasil também estão no radar. Na terça será divulgada a pesquisa mensal do comércio (vendas no varejo); e na sexta os números do setor de serviços.
Petróleo
Na noite deste domingo o preço do barril de petróleo Brent caía 0,7% cotado a 67,7 dólares. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, como Rússia, concordaram neste fim de semana em aumentar a produção em 548 mil barris por dia em agosto. Os oito países do grupo chamado Opep+ se reuniram virtualmente neste sábado, 5, para revisar as condições e perspectivas do mercado global. “Considerando a perspectiva econômica global estável e os atuais fundamentos saudáveis do mercado, refletidos nos baixos estoques de petróleo, e em conformidade com a decisão acordada em 5 de dezembro de 2024 de iniciar um retorno gradual e flexível dos ajustes voluntários de 2,2 milhões de barris por dia a partir de 1º de abril de 2025, os oito países participantes implementarão um ajuste de produção de 548 mil barris por dia em agosto de 2025, a partir do nível de produção exigido em julho de 2025”, explica a organização em um comunicado. Os aumentos graduais podem ser pausados ou revertidos, sujeitos à evolução das condições de mercado.
Notícias corporativas
Grupo Casas Bahia (BHIA3) diz que Mapa não revelou planos sobre ações a serem convertidas
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após uma matéria do Valor Econômico. Em um fato relevante divulgado após o fechamento do mercado na sexta-feira, 4, a varejista explicou que o processo de conversão das debêntures convertíveis ainda não ocorreu e depende do cumprimento de condições precedentes (entre elas a obtenção de aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – Cade – acerca da conversão das debêntures conversíveis; e a efetiva conversão das debêntures convertíveis pelo Grupo Mapa). O Grupo Mapa é a gestora que assumiu dívidas da varejista que estavam nas mãos de bancos em forma de debêntures. A Casas Bahia afirmou ainda que não existia, até a sexta-feira, 4, controlador definido da companhia. Também destacou que não recebeu do Grupo Mapa qualquer informação formal ou orientação sobre eventual política futura de investimento ou desinvestimento das ações que venham a ser detidas em decorrência da conversão das debêntures conversíveis. “Na presente data o Grupo Mapa não detém participação societária na companhia”, afirmou a Casas Bahia no fato relevante.
Hapvida (HAPV3): pagamento das frações resultantes do grupamento será até dia 11/07
A Hapvida (HAPV3) divulgou que foi realizado em 30 de junho o leilão das ações resultantes do grupamento realizado pela companhia. Foram vendidas 23.080 ações ao preço unitário líquido de R$ 36,87159881563, apurando-se um resultado líquido de R$ 850.083,99. O resultado apurado será proporcionalmente disponibilizado aos titulares das frações até o dia 11 de julho de 2025.
SLC Agrícola (SLCE3) anuncia cisão parcial da Sierentz
A SLC Agrícola (SLCE3) informou que foi celebrado contrato por meio de sua subsidiária integral SLC Agrícola Centro Oeste (vendedora) e Terrus (compradora). Conforme informado em 1° de julho , 31.882 mil hectares físicos possuíam proposta vinculante para aquisição dos direitos de operação pela Terrus, através de uma cisão parcial da Sierentz. A parcela cindida foi vendida à Terrus, cujo contrato de compra e venda de quotas e outras avenças, foi celebrado nesta sexta-feira. O preço de aquisição equivale à soma do Enterprise Value (mais) Capital de Giro (mais) Dívida Líquida (mais ou menos) Ajuste de PP&E (Property Plant and Equipment). A primeira parcela, recebida na sexta-feira, foi no montante de R$ 115.217.104,80, equivalente (60%) do Enterprise Value mais R$ 2.886.897,00 referente a implementação de cobertura de solo na respectiva área, pagos pela compradora à vendedora. As demais parcelas serão a prazo com vencimento em 30/04/2026 e 30/04/2027.
Grupo Mateus (GMAT3) inaugura unidade da bandeira Camiño no Maranhão
O Grupo Mateus (GMAT3) anunciou a inauguração de uma loja Camiño no estado do Maranhão. Localizada em Porto Franco, cidade no sul do estado, a loja representa a 36° operação de Camiño da companhia. Com uma área de vendas de 409 m², a unidade reforça a presença do Grupo na região. Em 2025, o Grupo expandiu sua atuação com a inauguração de nove novas lojas de varejo alimentar, totalizando 282 unidades em operação no país.
S&P eleva rating da Trisul (TRIS3); perspectiva ‘estável’
A agência de classificação de risco S&P elevou o rating de crédito de emissor da Trisul (TRIS3) na Escala Nacional Brasil de ‘brA+’ para ‘brAA-’. A perspectiva é ‘estável’. A agência avalia que a Trisul tem reportado margens crescentes e geração consistente de caixa, ao mesmo tempo que mantém elevados os níveis de lançamentos e vendas, mesmo em um cenário macroeconômico desafiador. No período de 12 meses findos em 31 de março de 2025, a companhia registrou receita líquida em torno de R$ 1,3 bilhão e margem bruta de cerca de 33%, além de geração de caixa operacional positiva próxima a R$ 400 milhões, refletindo a demanda consistente, controle da estrutura de custos e entrega de projetos passados. A S&P projeta receita líquida entre R$ 1,5 bilhão e R$ 1,7 bilhão, conforme o cronograma de novos lançamentos. Também espera a manutenção da margem bruta entre 32% a 35% e fluxo de caixa operacional positivo, apesar do maior consumo de caixa previsto para a expansão dos lançamentos, que devem atingir cerca de R$ 2 bilhões em valor geral de vendas (VGV) por ano nos próximos três anos. Em termos de endividamento, a agência avalia que, apesar de pressões macroeconômicas relacionadas à alta das taxas de juros e menor disponibilidade de crédito para o setor, a Trisul vem reduzindo sua alavancagem nos últimos trimestres. A perspectiva “estável” reflete a visão da S&P de que a Trisul continuará reportando crescimento de lançamentos e vendas, enquanto mantém estável sua rentabilidade e reduz a alavancagem gradualmente.
Pagam provento nesta semana:
Segunda, 7
Ambev (ABEV3)
A Ambev paga nesta segunda-feira, 7, o dividendo anunciado em 8 de maio no valor de R$ 0,12 por ação. O pagamento é com base na posição acionária de 15 de maio de 2025 no que se refere à B3 e 19 de maio de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange – NYSE. As ações e os ADRs passaram a ser negociados ex-dividendos a partir de 16 de maio de 2025 (inclusive).
B3 (B3SA3)
A B3 paga nesta segunda-feira, 7, os juros sobre capital próprio (JCP) aprovados em 12 de junho no valor total de R$ 378,5 milhões. O valor bruto é de R$ 0,07 por ação. O pagamento se dará pelo valor líquido de R$ 0,06 por ação e tomará como base de cálculo a posição acionária de 23 de junho de 2025. As ações são negociadas na condição “ex-JCP desde 24 de junho.
Totvs (TOTS3)
A Totvs paga nesta segunda-feira, 7, JCP, correspondente a R$ 0,15 por ação. Esse provento foi anunciado em 16 de junho. Tem direito aos JCP acionistas titulares de ações na data base de 23 de junho de 2025. As negociações de ações, desde 24 de junho, inclusive, são realizadas ex-JCP.
Terça, 8
Alupar (ALUP11)
A Alupar Investimento paga na terça-feira, 8, os dividendos aprovados em 8 de maio de 2025. O montante total é de R$ 69.221.642,07. O valor corresponde a R$ 0,07 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,07 por ação preferencial (ALUP4) e a R$ 0,21 por Unit (ALUP11). Tem direito ao recebimento desses dividendos os acionistas constantes nos registros da companhia ao final do dia 15 de maio de 2025.
Quinta 10
JHSF Participações
A JHSF Participações paga na quinta-feira, 10, mais uma parcela do dividendo. O valor da parcela é R$ 0,03 por ação. A data-base dessa parcela foi 1° de julho.
Banco ABC Brasil (ABCB4)
O Banco ABC Brasil (ABCB4) realiza na quinta-feira, 10, o crédito dos JCP anunciados em 24 de junho. O valor bruto total é de R$ 261.326.267,29. Esse valor corresponde a R$ 1,0860 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio considera a posição acionária do dia 30 de junho de 2025. Desde 1° de julho (inclusive), as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.
O post Eventos que podem impactar a Bolsa esta semana apareceu primeiro em Finance News.
