Notícia da Petrobras, Vivara, Azzas, Engie, Neoenergia, Rede D’Or, CPFL e de outras companhias 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado às 11h06

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Notícias corporativas 

Rede D’Or (RDOR3) e Fleury (FLRY3) podem se unir, diz jornal

O jornalista Lauro Jardim publicou em seu blog que a Rede D’Or (RDOR3) e o Fleury (FLRY3) podem se unir. A informação foi divulgada neste domingo, 20. Segundo Lauro Jardim, há negociações em curso entre a Rede D’Or e o Bradesco, que é o maior acionista do Fleury, com 23% das ações. Não foram divulgados outros detalhes.

Petrobras: ‘não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield’

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta sexta-feira, 18, que “não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield”. A afirmação foi feita em um comunicado onde a petroleira estatal prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após uma notícia veiculada no jornal O Estado de São Paulo. A matéria do jornal reporta que o conselho de administração da Petrobras deve avaliar se incluirá no Plano de Negócios 2026- 2030 a volta da empresa ao setor de distribuição de combustíveis.

Ainda segundo a matéria, a Petrobras estaria cogitando voltar ao setor por meio de um projeto greenfield – ou seja, começando do zero, como fez há décadas na criação da BR Distribuidora.

No comunicado desta sexta-feira, a petroleira afirma: “a companhia também esclarece que não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield. Eventuais decisões passarão por todas as análises necessárias, em observância às práticas de governança e aos procedimentos internos aplicáveis para aprovação de projetos e serão tempestivamente comunicadas ao mercado”.

Nelson Kaufman renuncia ao cargo de presidente do conselho de administração da Vivara (VIVA3)

O conselho de administração da Vivara (VIVA3) acatou a renúncia enviada por Nelson Kaufman ao cargo de presidente e membro do conselho de administração. O conselho nomeou Marina Kaufman, atual vice-presidente do conselho, para a presidência do colegiado. Segundo a companhia, a mudança se enquadra no natural processo de sucessão estabelecido entre as gerações da Família Kaufman, fundadora e acionista de referência da companhia há mais de 60 anos.

Nelson, acionista de referência e fundador da Vivara, capitaneou o ciclo de expansão e desenvolvimento do modelo de negócios em que a companhia opera e seguirá como principal acionista, passando a se dedicar a agendas pessoais.

Marina, assume a presidência do conselho após quase vinte anos de experiência em diferentes cargos na companhia, liderando diversas áreas, como Marketing, Produto e Recursos Humanos, se destacando pelo protagonismo na construção e fortalecimento das marcas Vivara e Life.

Também foi aprovada a eleição de Paulo Kruglensky para o cargo de vice-presidente do conselho de administração. Paulo atuou como executivo da Vivara por 17 anos, ocupando as cadeiras de COO e CEO.

Azzas (AZZA3) contrata o BTG Pactual Corretora para atuar como formador de mercado

A Azzas (AZZA3) contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para atuar como formador de mercado de suas ações ordinárias. O BTG vai substituir a corretora do Itaú. O formador de mercado atuará com o objetivo de fomentar a liquidez das ações ordinárias negociadas no âmbito da B3. A Azzas informou que não existe qualquer contrato entre o formador de mercado e a companhia regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão. O BTG Pactual iniciará as suas atividades como formador de mercado a partir de 21 de julho de 2025.

Engie Brasil (EGIE3) inicia operação do projeto Graúna

A Engie Brasil Energia (EGIE3) anunciou a autorização para iniciar a operação do trecho brownfield do projeto Graúna. A liberação, concedida pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), marca mais um avanço na estratégia de expansão da companhia no segmento de transmissão de energia.

O trecho agora em operação abrange quatro linhas de transmissão, totalizando 162 km, além de duas subestações próprias, todas já em funcionamento. As estruturas estão localizadas nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo e representam R$ 14 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) – valor equivalente a aproximadamente 5% da RAP total do projeto. A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. Este é também o primeiro ativo que a companhia opera remota e localmente com equipe 100% Engie.

Além do trecho brownfield, o projeto Graúna contempla a construção de cerca de 780 km adicionais de novas linhas de transmissão, distribuídas entre os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Esta etapa envolve ainda a implantação de duas subestações e um seccionamento, atualmente em fase inicial de execução.

Com RAP total estimada em R$ 268,3 milhões (base junho de 2025) e prazo de concessão de 30 anos, o projeto reafirma o compromisso da Engie com o desenvolvimento de uma infraestrutura energética cada vez mais eficiente, robusta e sustentável no país, destaca a companhia.

“O projeto Graúna reforça o nosso posicionamento estratégico no setor elétrico brasileiro, consolidando nossa presença na transmissão de energia e contribuindo para a segurança e confiabilidade do sistema nacional”, comenta Gustavo Labanca, Diretor de Transmissão de Energia da Engie Brasil Energia.

Elektro  Redes (EKTR4) aprova pagamento de dividendos intermediários

O conselho de administração da Elektro Redes (EKTR4) aprovou a deliberação de dividendos intermediários, com base nos resultados do primeiro semestre de 2025. O valor é de 483.934.000,00 correspondentes a R$ 2,3728408667 por ação ordinária e R$ 2,6101249534 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025 sem atualização monetária, com base na posição acionária de 23 de julho de 2025. A partir de 24 de julho as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

Neoenergia (NEOE3) anuncia parceria com a Ambev (ABEV3) para autoprodução de energia eólica no complexo de Oitis

A Neoenergia (NEOE3) anunciou uma parceria para autoprodução com a Ambev (ABEV3). Em um fato relevante, a Neoenergia informou que sua subsidiária Neoenergia Renováveis firmou contrato para aquisição, pela Ambev, de participações acionárias minoritárias em empresas de titularidade direta da Neoenergia Renováveis. Essas participações totalizam, respectivamente, 5,73% do capital social da Oitis 3; 5,73% do capital social da Oitis 5 e 5,73% do capital social da Oitis (Sociedades de Propósito Específico – SPEs).

A operação visa a implementação de autoprodução por equiparação de energia por fonte eólica. A energia gerada será decorrente dessas SPEs, que integram o Complexo Eólico de Oitis da Neoenergia, localizado nos estados do Piauí e da Bahia, formado por 12 parques com capacidade instalada total de 566,5 MW, dos quais 55 MWm serão destinados à Ambev até 2033, uma vez realizado o fechamento da operação. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou essa operação sem restrições  em 29 de maio de 2025 e transitou em julgado no dia 18 de junho de 2025.

CPFL Energia (CPFE3) pagará 2° parcela de dividendo em 25 de julho

A CPFL Energia (CPFE3) informou sobre o pagamento de mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado o segundo pagamento, no montante de R$ 500 milhões, no dia 25 de julho (próxima sexta-feira). Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. O valor remanescente de R$ 1,81 bilhão (R$ 1,57 por ação) será pago até 31 de dezembro de 2025.

Prio (PRIO3) obtém licença prévia do Ibama para projeto Wahoo

A Prio (PRIO3) divulgou que foi concedida na sexta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a Licença Prévia (LP) do Sistema de Desenvolvimento da Produção do Campo de Wahoo e interligação dos poços ao FPSO Frade. Agora a companhia dará continuidade ao processo para a emissão da Licença de Instalação (LI), necessária para iniciar a construção submarina e interligação do campo ao FPSO Frade e manterá o mercado informado acerca do cronograma do projeto assim que obtiver a LI.

CVM

João Pedro Nascimento encerra seu mandato à frente da CVM

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou na noite de sexta-feira, 19, que se encerrou o mandato do presidente João Pedro Nascimento à frente da autarquia. Nascimento, que iniciou seu mandato em 18 de julho de 2022, renunciou ao cargo, após três anos de exercício da função, por motivos pessoais, informa a nota da CVM.

Ainda de acordo com a nota, o mandato de João Pedro Nascimento foi marcado por ações que buscaram a “democratização e a modernização do mercado de capitais brasileiro”.

Caberá à Presidência da República indicar um novo nome para presidir a CVM. Interinamente o diretor mais antigo, atualmente Otto Lobo, responderá pelas atribuições competentes ao presidente da autarquia.

Estudo gráfico de ações

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Wege3, Pssa3, Alos3, B3sa3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de dividendo desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 21

Banestes (BEES4) paga juros sobre o capital

Terça, 22

Taurus Armas (TASA3) paga 2° parcela de dividendo

Allos (ALOS3) tem data com para dividendo intermediário 

Quarta, 23

TIM (TIMS3) paga 2° parcela de dividendos complementares

TIM (TIMS3) paga JCP anunciado em maio

Elektro  Redes (EKTR4) tem data com para dividendos intermediários

Quinta, 24

Banco Bmg (BMGB4) tem data com para juros sobre o capital 

Sexta, 25

Banco Pine (PINE4) paga juros sobre o capital

Telefônica Brasil (VIVT3) tem data com para JCP

CPFL Energia (CPFE3) paga 2° parcela de dividendo

 

 

 

 

 

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