Notícia do Banco ABC, Klabin, Eletrobras, Grazziotin e outros destaques corporativos

 

 

 

 

 

 

Publicado às 11h

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Notícias corporativas

Atenção investidor: Itaúsa realiza o ‘Panorama Itaúsa’ na terça, 30 

A Itaúsa (ITSA4) vai realizar o tradicional evento “Panorama Itaúsa” na terça-feira, 30 de setembro, a partir das 10h. Para se inscrever acesse aqui a página do evento. O Panorama Itaúsa é realizado anualmente para acionistas e investidores. Entre os participantes estará Alfredo Setubal, CEO e DRI Itaúsa. A holding tem entre suas investidas o Itaú Unibanco, Alpargatas, Motiva, Dexco, Aegea, Copa Energia e NTS.

Banco ABC (ABCB4) poderá recomprar até 7,5 milhões de ações

O conselho de administração do Banco ABC Brasil (ABCB4) aprovou um novo programa de recompra de ações para fins de permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. A informação foi divulgada na sexta-feira, 26, após o fechamento do mercado. O banco poderá recomprar até o limite de 7,5 milhões de ações preferenciais. O prazo máximo para realização das operações autorizadas será de 18 meses, tendo como termo final o dia 26 de março de 2027.

Klabin (KLBN11) recebe R$ 600 milhões após concluir operação na área imobiliária

A Klabin (KLBN11) concluiu o fechamento da operação na área imobiliária, com o recebimento de aporte em caixa no valor de R$ 600 milhões, realizado pelo investidor institucional.

Em agosto deste ano, a Klabin celebrou memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em duas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração de atividade imobiliária, incluindo arrendamento de terras, primordialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina. Na época, a Klabin destacou que a operação reforça a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do Retorno sobre o Capital Investido (ROIC).

Grazziotin (CGRA4) anuncia programa de recompra de ações

A Grazziotin (CGRA4) anunciou um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 979.382 ações, sendo até 215.869 ações ordinárias representativas de 10% das ações em circulação no mercado e de até 763.513 ações preferenciais, representativas de 10% das ações em circulação no mercado. As aquisições poderão ser feitas no período de 29/09/2025 até 27/03/2026.

“A companhia fará a aquisição de ações de própria emissão com o objetivo de incrementar a geração de valor para seus acionistas, por meio da aplicação de parte dos recursos disponíveis em caixa, na aquisição das ações em bolsa de valores, a preços de mercado, para permanência em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Grazziotin.

Fitch afirma rating da Alliança Saúde (AALR3); perspectiva é ‘positiva’

A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘A(bra)’ da Alliança Saúde (AALR3). Ao mesmo tempo, a agência manteve o rating em perspectiva “positiva”.

Segundo a agência, o rating da Alliança reflete a sua mediana escala de negócios no fragmentado e competitivo setor de medicina diagnóstica no país, bem como sua moderada diversificação geográfica e concentração de receitas em serviços de imagem. A Fitch destacou que a classificação se apoia também nos “sólidos fundamentos de demanda do setor de saúde, com elevado potencial de crescimento a longo prazo”.

A perspectiva positiva incorpora a expectativa de contínuos ganhos de escala e avanços na rentabilidade da Alliança por meio da adição de novos contratos, parcerias e aquisições, aliados à manutenção de alavancagem líquida inferior a 3,5 vezes no horizonte do rating, afirmou a agência,

A análise também considera que a Alliança terá êxito em refinanciar seus passivos de curto prazo, com base nas negociações em curso. Uma frustração nessa premissa poderia levar a uma ação de rating negativa a curto prazo.

Eletrobras (ELET3): conselho aprova realização, pela Eletronorte, da 8ª emissão de debêntures

A Eletrobras (ELET3) informou que seu conselho de administração aprovou a realização, pela controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), da sua 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 700 milhões, com vencimento em 15 de setembro 2035. As debêntures serão emitidas no âmbito do Programa Eco Invest Brasil. A oferta destina-se a investidores profissionais. A Eletrobras assumirá o compromisso de fiadora e principal pagadora da emissão.

Embraer avança em estudos com SAF após aquisição do biocombustível da Vibra

A Embraer (NYSE: ERJ/B3: EMBR3) vai acelerar os estudos para que suas aeronaves possam voar com combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) inteiramente de origem renovável, sem mistura com combustíveis fósseis. O avanço tem relação com a primeira aquisição de um lote 100% SAF pela companhia no Brasil, viabilizada pela Vibra, maior distribuidora de combustíveis e uma das maiores empresas de energia do Brasil. Com a amostra, serão intensificados os testes em torno da reação de diferentes materiais presentes nos aviões durante o contato prolongado com o biocombustível.

“O acesso ao SAF no Brasil garante maior dinamismo na condução dos testes, realizados na sede da Embraer. Com mais esta ação, ficamos mais próximos da meta de ter nossas aeronaves aptas a operar com combustível 100% SAF até 2030”, afirma o Global Head de ESG na Embraer, André Tachard.

Apesar do grande potencial para a produção de SAF, o Brasil ainda não conta com o produto em larga escala. Por essa razão, os estudos da Embraer a respeito vinham sendo realizados apenas por meio de laboratórios nos Estados Unidos e na Europa. Além dos custos e dos processos administrativos envolvidos, havia outra dificuldade: a venda do SAF somente em grandes volumes, desproporcionais às necessidades reduzidas da rotina laboratorial.

Com a primeira aquisição desse lote no Brasil, a Embraer está testando a compatibilidade do SAF inteiramente de origem renovável com materiais não metálicos. O objetivo é observar o comportamento deles quando em contato direto com o biocombustível de maneira persistente, considerando especificidades dos tanques de asa nos jatos comerciais, executivos e militares. Os resultados vão contribuir com a discussão pública sobre aspectos técnicos importantes para todo o segmento de aviação.

“Parcerias como a que temos com a Embraer são fundamentais para acelerar a transição energética na aviação. Ao viabilizar o acesso ao SAF no Brasil, estamos não apenas contribuindo com os estudos técnicos de uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mas também fomentando o desenvolvimento de um mercado estratégico para a descarbonização do setor”, afirma Marcelo Bragança, vice-presidente de Operações da Vibra.

O biocombustível que está em teste na Embraer foi importado da Bélgica e está disponível na base localizada no aeroporto Tom Jobim (GIG), no Rio de Janeiro. O local recebeu a certificação ISCC (International Sustainability & Carbon Certification) EU e CORSIA, que garante o rastreio da sustentabilidade de toda a cadeia de fornecimento do produto, incluindo a distribuição por meio da BR Aviation, unidade de negócios da Vibra para serviços de abastecimento de aeronaves.

O SAF tem potencial para reduzir as emissões de carbono na indústria aeroespacial em até 80% em comparação ao combustível tradicional. Atualmente, todas as aeronaves da Embraer estão aptas a operar com uma mistura de até 50% desse combustível. Nos últimos anos, a companhia avançou nos estudos para que seus aviões possam voar com 100% de SAF, visando à meta de obter a certificação para tanto até 2030.

Fundamentos

Motiva (MOTV3): BTG analisa ‘investor day’ da companhia 

Em relatório divulgado na semana passada o time de analistas do BTG Pactual comenta que o investor day (evento que reúne executivos da companhia e investidores) da Motiva (MOTV3) apresentou avanços importantes na agenda estratégica da companhia, com ênfase em eficiência operacional, revisão de portfólio e alocação seletiva de capital.

A equipe do banco ressalta que a nova meta de eficiência prevê redução do índice de opex sobre receita para 28% até 2035, frente aos 41% atuais, impulsionada por tecnologia (Inteligência Artificial generativa, drones, automação), simplificação do portfólio e ganhos de escala.

Também destaca que o plano de desinvestimento total na plataforma de aeroportos e parcial em mobilidade urbana visa liberar R$ 5 bilhões a 10 bilhões em valor.

O relatório menciona que a alavancagem da holding deve cair para zero, com “payout” de 50% mantido. O “payout” é a porcentagem do lucro líquido de uma empresa distribuído aos seus acionistas na forma de dividendos ou juros sobre capital próprio.

A Motiva projeta uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de Ebitda de 8% a 10% até 2035 e ambiciona que receitas de negócios adjacentes superem 10% do total.

“Com sólida execução de capex e racionalidade estratégica, a Motiva reforça sua posição como play de infraestrutura alavancado à queda de juros no Brasil”, escreve o time de analistas. O BTG tem recomendação de compra para a Motiva com preço-alvo de R$ 17.

Guararapes (GUAR3): XP eleva a ação para ‘compra’

O time de analistas da XP elevou a recomendação da Guararapes (GUAR3) para “compra”. A equipe acredita que a empresa, dona da Riachuelo, estabeleceu um claro “framework” estratégico para sustentar a melhora dos resultados por meio de maior produtividade das lojas, aprimorando sua proposta de produtos e adaptando/renovando os layouts para potencializar as categorias principais; e expansão da margem bruta, impulsionada pela maior verticalização/eficiência na fábrica, menores níveis de descontos e um mix de preços mais forte.

O time de analistas observa que a varejista vem apresentando resultados em melhora por seis trimestres consecutivos, o que vê como apenas o começo de um ciclo positivo.

Em relatório também destaca que a ação está negociada a um valuation atrativo. O preço-alvo foi estendido para o final de 2026 para R$ 14.

BB Seguridade (BBSE3): BTG vê perspectivas favoráveis para 2025, mas 2026 mais desafiador

O BTG Pactual destacou em relatório a reunião da gestão da BB Seguridade (BBSE3) com investidores em São Paulo. A avaliação do time de analistas do banco é que a seguradora demonstrou otimismo com 2025, ressaltando que o ambiente de juros ainda elevados deve continuar favorecendo os resultados financeiros, enquanto a performance operacional segue resiliente, mesmo com os desafios no agronegócio.

Segundo a equipe de analistas, o diretor financeiro da companhia esclareceu que a deterioração recente no crédito rural se deve mais ao endividamento excessivo dos produtores durante o boom de preços da pandemia do que a eventos climáticos. O programa governamental de R$ 12 bilhões (MP 1.314) deve ajudar o Banco do Brasil na gestão de risco, com impactos indiretos positivos para a BB Seguridade ao fomentar o volume de negócios.

No relatório, o BTG destaca que, por outro lado, 2026 tende a ser mais desafiador para a companhia, diante da provável queda da Selic e da menor diferença entre índices de inflação, que atualmente favorece a BB Seguridade.

A gestão da empresa ressaltou que há margem para mitigar a desaceleração do crédito com maior penetração de seguros ligados ao capital de giro, investimentos e financiamento de grãos.

No segmento de previdência, o aumento do IOF impactou negativamente as contribuições, mas a empresa busca reverter isso incentivando planos com pagamentos periódicos e diversificando a base de clientes.

A equipe do BTG salienta que, apesar da pressão recente, a empresa reforçou sua visão positiva de longo prazo, com espaço relevante para ganho de penetração no seguro rural e potencial de recuperação do fluxo de caixa dos produtores com a normalização climática.

O time do banco vê a seguradora com valuation seja atrativo (P/L para 2025 de 7,4x e yield de 12%). Mas reiterou a recomendação “neutra”, citando a ausência de gatilhos relevantes no curto prazo, como a renovação do contrato de distribuição com o Banco do Brasil, ainda sem negociações em andamento.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Eqtl3, Prio3, Fiqe3 e de Aure3. Acesse o vídeo aqui

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 29

BRF (BRFS3) paga JCP e dividendo 

Banrisul (BRSR6) paga JCP

Banco Bradesco (BBDC4) tem data com para juros sobre o capital 

Cemig (CMIG4) tem data com para juros sobre o capital próprio 

Terça, 30

M.Dias Branco (MDIA3) paga dividendo mensal 

Eternit (ETER3) paga dividendo anunciado em fevereiro

Valid (VLID3) paga 3° parcela de JCP

M. Dias Branco (MDIA3) paga dividendo extraordinário

Marfrig (MRFG3) paga dividendo

Cury (CURY3) tem data com para dividendo

Quarta, 1°

Bradesco (BBDC4) paga JCP mensal 

Banestes (BEES3) paga JCP 

Itaú (ITUB4) paga JCP mensal 

Itaúsa (ITSA4) paga JCP trimestral

Vulcabras (VULC3) paga 3° parcela de dividendo intermediário

Quinta, 2

Allos (ALOS3) paga dividendo intercalar 

Rede D’or (RDOR3) paga JCP 

Cyrela (CYRE3) paga dividendo declarado em 25 de abril 

Sexta, 3

Mitre (MTRE3) paga 1° parcela de dividendo intercalar

Fleury (FLRY3) paga juros sobre o capital

Blau (BLAU3) paga juros sobre o capital

Provento da semana passada

Confira aqui as 11 companhias que anunciaram provento nesta semana

 

 

 

 

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